Rui Ferreira Pinto, em prosa ou em poesia

Escrever - Palavra do Autor Rui Ferreira Pinto

Impulsionado pela timidez que o caracteriza desde sempre, o convidado de hoje da ESCREVER – PALAVRA DE AUTOR encontrou na escrita a sua melhor forma de expressão. Desde então, converte pequenos acontecimentos do dia-a-dia em prosa ou em poesia. Vamos conhecer um pouco mais o autor Rui Ferreira Pinto. 

 

O que lhe deu vontade de escrever livros?

Há pessoas que se expressam melhor na oralidade e outras que têm mais facilidade de comunicar através da escrita.

Eu sempre fui um rapaz tímido, introvertido e desde cedo manifestei interesse por colocar as palavras no papel.

Onde encontra a inspiração? 

As ideias podem surgir em qualquer ocasião ou momento do dia.

No meu caso, o importante é manter uma rotina e um horário de escrita. Acredito que a escrita é um trabalho como outro qualquer e requer esforço e dedicação. Como tudo na vida, há dias que correm melhor e outros que não correm tão bem.

O que retrata o seu livro?

Neste momento, tenho apenas um livro auto publicado, intitulado Almas Gémeas – Liberdade ou Ilusão.

É um romance com apontamentos distópicos.

Gosto muito de trabalhar com as relações entre pessoas, particularmente com o amor, e gosto de colocar as histórias em contextos de ficção especulativa, sobretudo distopia e ficção científica. Também gosto muito de escrever poesia e tenho alguns trabalhos que talvez um dia possa publicar.

Que eventos da sua vida o marcaram e, por consequência, se refletem no que escreve?

Sinceramente, não tenho nenhum evento relevante que se traduza diretamente na escrita.

Muitas vezes surgem pequenos acontecimentos no dia a dia ou alguma emoção em particular que me movem a escrever, por exemplo um poema.

Alguns contos também surgem de forma relacionada com algum episódio, por exemplo a pandemia. Nos romances, a história normalmente é mais amadurecida e demora vários anos a formar-se na minha mente.

Hábitos de escrita: Onde escreve? Em que momento do dia? Quanto tempo dedica à escrita?

Os meus hábitos de escrita perderam-se com a pandemia. Tenho um emprego bastante exigente em termos de horário e a pandemia obrigou-me a um incremento de horas de trabalho para acompanhar os clientes, colocando a escrita de lado. Em condições normais, gosto de marcar na agenda cerca de 1 hora de escrita por dia, por exemplo, a seguir ao almoço.

Não gosto de escrever de noite, a não ser poesia.

Improvisa à medida que escreve ou conhece o fim antes de escrever? 

A poesia é completamente improvisada, tem de sair no momento específico em que se sente a emoção.

Quanto à prosa, geralmente a ideia inicial surge, começo a escrever e a escrita vai fluindo.

Pode acontecer que já saiba o fim da história, mas ainda falte preencher o miolo. Nesses casos, geralmente os capítulos vão saindo mais de improviso, como se as personagens ganhassem vida e comandassem a escrita.

Qual é o seu livro preferido? 

Escolher um único livro preferido é tarefa muito complicada,

mas a primeira obra com maior peso literário que li, marcou-me particularmente, ainda na adolescência. Os Maias de Eça de Queirós. Tenho um prazer muito especial na leitura das obras de Eça de Queirós.

E, por fim, uma breve mensagem de incentivo para quem gosta de escrever e pretende publicar. 

A principal mensagem é que continuem a escrever.

Publicar não deve ser um objetivo principal, até porque podem sempre optar pela auto publicação. Tentem falar com o maior número possível de pessoas da comunidade, para que possam recolher a experiência sobre as várias possibilidades e decidir com a máxima informação possível.

Nunca desistam e acreditem no vosso trabalho. 

Obrigado!

 

Muito obrigada, Rui!

 

O autor 

ESCREVER - Palavra de Autor - Rui Ferreira Pinto

Para continuarmos a acompanhar o trabalho do autor Rui Pinto Ferreira:

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O livro 

Escrever - Palavra de Autor | ALMA GÉMEAS de Rui Ferreira Pinto

 

 

 

 

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