Somos Mais Do Que Histórias II

Se eu pudesse ler todos os livros…

O tempo deste verbo é o conjuntivo imperfeito. Tempo verbal usado na dimensão do irreal ou hipotético. O imperfeito é passado, o conjuntivo é o hipotético. Ora uma hipótese no passado, é uma hipótese condenada a não passar disso mesmo: hipótese.

Não podendo eu ler todos os livros, sei que não os quereria ler realmente todos, vou lendo os que atravessam o meu caminho numa livraria, num blog de uma leitora compulsiva ou noutra qualquer circunstância como um concurso de escrita.

Neste último contexto, há um livro que não atravessou o meu caminho, mas pontuou-o! Como assim? Vou deixar-vos descobrir. Os que sabem, mantenham a descrição!

Estou a falar do Somos Mais Do Que Histórias II, histórias de vários autores, na primeira ou na terceira pessoa em forma de breves relatos da imaginação e da realidade sobre amor e desamor, suspiros, esperanças e confidências. Tudo isto num único livro!

A iniciativa deste concurso nasceu na dinâmica editora Cordel de Prata com quem tenho tido a oportunidade de colaborar.

Convido-vos a ler Somos Mais Do Que Histórias II e a partilhar as que mais gostaram.

Boa leitura e boa escrita!

Chegar a casa

Eu gosto muito de chocolate! Mesmo muito! Seja em tablete, em mousse, em bolos ou bolachas, eu gosto muito de chocolate. E o chocolate tem muitos benefícios. Ainda assim, não como nem todos os dias nem a toda a hora. O mesmo acontece com a escrita.

Eu gosto muito de escrever! Mesmo muito! Seja em papel, no tablet ou no computador, eu gosto muito de escrever. E a escrita é benéfica para o cérebro, a imaginação, etc. Ainda assim, não escrevo a toda a hora. Não só porque nao tenho essa possibilidade, mas porque não aguentaria estar horas a fio a escrever. O mesmo acontece com o trabalho.
Eu gosto do que faço! Mesmo muito! Seja a  planificação, a ida para o terreno ou o fecho do projeto, eu gosto do que faço. E trabalhar é uma actividade benéfica em todos os aspectos: pessoais, sociais e económicos. Ainda assim, canso-me quando passo 10, 12, 15 horas por dia a trabalhar. O enjoo substitui o gosto e tarefas leves e fáceis tornam-se chumbos acorrentados aos tornozelos!
Sabe bem chegar a casa a tempo de assistir ao pôr-do-sol, de jantar em família e de conversar, ler,  escrever… ou comer chocolate!

Viaje